quinta-feira, 1 de maio de 2008
Vozes
Still do documentário 'Vozes'
Direção: Anna Costa e Silva, Fabio Canetti e Luiza Santoloni.
Atrizes: Dandara Guerra e Teresa Hermanny.
Prêmios:
Best short documentary - The Accolade Excellence Award 2009.
Best experimental documentary - Fest Cine Amazônia 2009.
Melhor fotografia e Melhor Atriz - Fest Cine Maracanaú 2010.
Para mais fotos: VOZES
quarta-feira, 30 de abril de 2008
Inspiração
Por dias e dias nenhuma idéia
Ou idéias abstratas demais
Tem dias de samba, dias de jazz
Tem dias de choro, tem dias que não há nada
Há dias e dias que as idéias não voltam mais.
Há dias, há dias atrás...
Houve dias de glória
Há dias atrás foi uma vitória
Lembranças escritas na memória
Escritas de arte e beleza.
Em um ato só, de tudo luz
Por dias e dias compus.
Mas dos dias, a maioria é trabalho
Como já dizia Allan Poe
Não há iluminação divina
É tudo boato!
E disse, passo a passo
A filosofia da composição do seu maior poema
Mas digo: - Há dias escrevi sem problemas.
Então, podemos dizer, que há dias de inspiração
Dias de lenda, dias de terror e suspense
Dias em que o trabalho compense
Mas também há dias de nada.
Ou idéias abstratas demais
Tem dias de samba, dias de jazz
Tem dias de choro, tem dias que não há nada
Há dias e dias que as idéias não voltam mais.
Há dias, há dias atrás...
Houve dias de glória
Há dias atrás foi uma vitória
Lembranças escritas na memória
Escritas de arte e beleza.
Em um ato só, de tudo luz
Por dias e dias compus.
Mas dos dias, a maioria é trabalho
Como já dizia Allan Poe
Não há iluminação divina
É tudo boato!
E disse, passo a passo
A filosofia da composição do seu maior poema
Mas digo: - Há dias escrevi sem problemas.
Então, podemos dizer, que há dias de inspiração
Dias de lenda, dias de terror e suspense
Dias em que o trabalho compense
Mas também há dias de nada.
sexta-feira, 25 de abril de 2008
sexta-feira, 21 de março de 2008
Medo
O medo tem se espalhado como uma doença contagiosa pelo mundo. Medo dos ataques terroristas, medo dos aviões, medo da AIDS e das grandes epidemias, medo dos assaltos e da violência, medo de ter medo.
O medo, muitas vezes, se transforma em preconceito. Quantas vezes já não vimos desviarem o caminho pelo medo? Medo do estranho, medo do negro, medo do pobre, medo dos mulçumanos.
O olhar do medo também é retribuído. Medo de ser confundido, medo de ser rejeitado, medo de não sobreviver e de ter que entrar nas regras do jogo, medo das consequências.
O medo atinge qualquer pessoa, nao vê idade, raça ou classe social. O medo pode ser limite, preocupação, pânico, o medo pode ser fantasia, pode não vir, pode vir muito cedo.
As pessoas vão vivendo perseguidas pelo medo e são quase obrigadas a se adaptarem a essa realidade. O medo cria grades e correntes, ar de desconfiança de limites sem fronteira.
Quem tem medo, vê medo em qualquer lugar, por que o medo está dentro e não fora. Quem tem medo, teme por si e pelos outros. Não teme sempre, mas a qualquer hora.
Medo é subjetivo e as vezes generalizado. Medo pode ser solidário e muito egoísta. Medo vem junto com os sentimentos mais bonitos e, na maioria das vezes, acaba com eles.
O medo, muitas vezes, se transforma em preconceito. Quantas vezes já não vimos desviarem o caminho pelo medo? Medo do estranho, medo do negro, medo do pobre, medo dos mulçumanos.
O olhar do medo também é retribuído. Medo de ser confundido, medo de ser rejeitado, medo de não sobreviver e de ter que entrar nas regras do jogo, medo das consequências.
O medo atinge qualquer pessoa, nao vê idade, raça ou classe social. O medo pode ser limite, preocupação, pânico, o medo pode ser fantasia, pode não vir, pode vir muito cedo.
As pessoas vão vivendo perseguidas pelo medo e são quase obrigadas a se adaptarem a essa realidade. O medo cria grades e correntes, ar de desconfiança de limites sem fronteira.
Quem tem medo, vê medo em qualquer lugar, por que o medo está dentro e não fora. Quem tem medo, teme por si e pelos outros. Não teme sempre, mas a qualquer hora.
Medo é subjetivo e as vezes generalizado. Medo pode ser solidário e muito egoísta. Medo vem junto com os sentimentos mais bonitos e, na maioria das vezes, acaba com eles.
domingo, 3 de fevereiro de 2008
O samba d'alegria
Hoje sonhei com mil palavras cruzadas
Araras de rimas raras, lindas, infindas
Poesia celeste, cordéis do agreste
Músicas de todo tipo, cheias de ritmo
E duas imagens não saíam da minha cabeça
A sutileza de um gesto amável
E a saudade de um notável alguém.
Nobre coração de incertezas
Insisto! O amor seja como seja
Que seje sempre poesia, que seja!
Deste samba faça a sua filosofia.
É uma alegria amar e não sofrer
Há quem diga, que assim o amor não existe
Mas pra quê amar se você ficar triste?
Amor assim, não desejo pra ninguém.
Nobre coração de incertezas
Insisto! O amor seja como seja
Que seje sempre poesia, que seja!
Araras de rimas raras, lindas, infindas
Poesia celeste, cordéis do agreste
Músicas de todo tipo, cheias de ritmo
E duas imagens não saíam da minha cabeça
A sutileza de um gesto amável
E a saudade de um notável alguém.
Nobre coração de incertezas
Insisto! O amor seja como seja
Que seje sempre poesia, que seja!
Deste samba faça a sua filosofia.
É uma alegria amar e não sofrer
Há quem diga, que assim o amor não existe
Mas pra quê amar se você ficar triste?
Amor assim, não desejo pra ninguém.
Nobre coração de incertezas
Insisto! O amor seja como seja
Que seje sempre poesia, que seja!
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